Direção do hospital disse que só comentaria o caso pessoalmente e negou-se a falar por telefone.
O portal Revista Central
publicou nesta quinta-feira, 19, uma acusação partindo de uma
Enfermeira do Hospital Regional Dr. Pontes Neto da cidade de
Quixeramobim, que afirmou por meio de um Boletim de Ocorrência que havia
sido agredida pelo vereador tucano Clébio Pavone. Desde do momento
nossa equipe tentou localizar o parlamentar que ficou de retornar a
ligação para esclarecer a sua versão sobre o caso, o que não tinha feito
até o fechamento da reportagem Vereador de Quixeramobim é acusado de agredir a Enfermeira.
O
fato ganhou repercussão em vários veículos de comunicação, mas foi no
programa Secretário do Povo da rádio Cristal, apresentado pelo
radialista Jotha Willame que o parlamentar deu a sua primeira explicação
sobre o caso. “Fico muito triste como esse tipo de noticia que começa a
aparecer, quem me conhece sabe do meu trabalho independente de cor,
raça e posição na sociedade, sempre procurei levar meu mandato como
dignidade”.
Sobre
a denúncia da enfermeira Maria Leonilde Pereira Cruz, 49 anos, chefe de
enfermagem do hospital, alegou que teria sido empurrada pelo vereador,
ele disse que em momento algum comentou tal ato contra a agente pública,
“não agredir ninguém, o que houve foi uma mera discussão verbalmente”.
Ao
ser questionário pelo radialista se ele tentou furar a fila, garantiu
que não foi verdade, “não tentei furar a fila”. Ao fim o político disse
que espera que este caso seja revolvido da melhor forma possível, cogita
ainda processar a enfermeira por calúnia e destacou: “Vamos continuar
trabalhando e fazendo o que sempre fiz”.
A
produção entrou em contato por telefone com a Dra. Ana Claudia,
Secretária de Gestão Hospitalar, disse que só se pronunciaria caso nossa
reportagem fosse até ao hospital. No fim da tarde o vereador explicou
os fatos ao portal Revista Central, defendendo a mesma tese da entrevista a emissora local.
O
caso foi o mais comentado do portal, muitos não acreditam na versão da
enfermeira, alegando que o vereador jamais faria isso. Outros lamentaram
o episodio por ser uma autoridade pública.
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Fonte: Portal Revista Central
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