quarta-feira, 9 de novembro de 2011

População reclama da falta de faixas de pedestres nos semáforos de Quixadá



Trânsito da terra dos Monólitos é um dos mais de desorganizado do Estado.

A reportagem do portal Revista Central / RC TV percorreu alguns semáforos das principais ruas da cidade de Quixadá, e constatou que a faixa de pedestre que é uma determinação expressão do Código de Trânsito Brasileiro sumiu e coloca a integridade física dos hipossuficientes do trânsito em perigo constante. Sem sinalização, o pedestre tem que se arriscar para poder ter o direito constitucional de circular livremente, mesmo ciente dos riscos e desafios que é andar pelas ruas de Quixadá.

Os quatros semáforos da Avenida Plácido Castelo estão sem faixa, a omissão foi constatada por nossa equipe de reportagem. O semáforo do cruzamento da Rua Rodrigues Júnior com a Avenida Plácido Castelo também não há mais visibilidade, o mesmo acontece com os cruzamentos das ruas Basílio Pinto com Rui Maia. Os Semáforos da encruzilhada das ruas José de Queiroz Pessoa com Rui Barbosa há problema identifico. O único que está visível foi feito recentemente que é da Rua Tenente Cravo em consequência de uma reforma.

O problema é antigo e o descaso visível, para se ter uma ideia no dia 30 de maio, o portal Revista Central publicou a reportagem “Pedestres continuam desrespeitados nas ruas de Quixadá”, quase 6 meses depois nada foi feito e o problema só se agravou.

Certo é que andar pelas ruas e avenidas tornou-se um desafio complexo para o pedestre. O desrespeito é verificado todos os dias no caótico e complicado trânsito da maior cidade do Sertão Central. Os motoristas além de invadirem a imaginária faixa obrigatória, alguns também avançam seus veículos até mesmo quando as luminárias estão vermelhas.

O pedestre não pode travessar livremente no tempo destinado a sua travessia, os veículos, principalmente motocicletas, aceleram precipitadamente ainda com o sinal fechado, quando acende o sinal verde saem em disparada, ignorando as pessoas que ainda estão em período de travessia, um absurdo que não é acompanhado pelas autoridades de trânsito municipal.

Os idosos, esses sim precisam passar nas faixas imaginárias apressados ou até mesmo correndo, sabem que não há segurança na travessia. Acidentes são comuns nos principais cruzamentos da cidade, e não há solução por parte do poder público, soluções para combater os infratores. A aposentada Elza Maria de Sousa, 69 anos, se sente insegura e pede respeito na hora que os idosos estão atravessando, o mesmo pensamento é do estudante Ronaldo Ferreira, 16 anos, disse que só passa correndo, mas mesmo assim recentemente quase perde a vida em consequência da imprudência de um motociclista.

Jackson Perigoso
Reportagem
Chico Javali
Fotos





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