sábado, 13 de agosto de 2011

Polícia Civil tem 20 homens envolvidos nas investigações de morte de juíza


A juíza, Patrícia Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo,
 foi assassinada na madrugada desta sexta-feira
 em Niterói                (Reprodução/TV Globo)


Cerca de 20 policiais civis estão nas ruas investigando o assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 tiros no fim da noite de quinta-feira em frente à sua casa, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói.

A chefe de Polícia Civil do Rio, Marta Rocha, chegou, neste sábado, às 10h na Divisão de Homicídios para se reunir com o delegado titular e acompanhar de perto o andamento das investigações.

Até o fim da manhã deste sábado, o Disque-Denúncia havia recebido 40 ligações que poderiam auxiliar a desvendar o crime, segundo o coordenador do serviço, Zeca Borges.

Também presente na Divisão de Homicídios, o desembargador Nelson Calandra, presidente da Associação de Magistrados do Brasil, criticou a legislçação brasileira, segundo ele, "muito branda". Calandra afirmou ainda que a decisão das autoridades fluminenses, de não aceitar a entrada da Polícia Federal nas investigações, foi acertada.

Calandra conversou com a delegada Marta Rocha, e não quis adiantar informações sobre o andamento das investigaçoes, mas deixou escapar a informação de que o número de policiais supostamente envolvidos no crime pode chegar a 12.

Na início da note de sexta-feira, integrantes da ONG Rio de Paz realizaram um protesto na Praia de Icaraí, em Niterói, cobrando Justiça, e denunciando uma possível "mexicanização" do Rio, comparando o crime que vitimou a juíza às execuções corriqueiras em regiões do México dominadas por máfias de traficantes.



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